segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PIRATARIA:
Certo X Errado

Existe uma grande polêmica referente a este assunto em nossos dias; muitos acreditam que a pirataria é um crime e quem a faz deve ser punido como qualquer outro criminoso, estes defendem que: a pirataria se refere à cópia, venda ou distribuição de material sem o pagamento dos direitos autorais, de marca ou ainda de propriedade intelectual e de indústria, portanto quer pela cópia de uma obra anterior, quer pelo uso indevido de marca ou imagem com infração deliberada á legislação que protege a propriedade artística, intelectual, industrial, etc.
Os defensores da pirataria afirmam que esta é forte por causa do alto preço do produto em lojas. Pessoas de baixa renda que não comprarem o produto pirata não vão comprar o produto original. Mas a música é universal, digo até necessária para o ser humano, porém hoje, se encontra presa nas grandes corporações fonográficas. Por que estas industrias não mostram sua planilha de custos para podermos calcular o quanto estão lucrando? Mas podemos começar por um ponto, que é a venda final ao consumidor.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O que é um Software Livre? Pra falar a verdade eu só havia ouvido este termo, mas não tinha noção alguma do que se tratava.
Após meu primeiro contato com materiais que abordam o conceito de Software Livre pude obter algumas noções, tais como:
  • O Software corresponde a qualquer programa de computador, um programa que realiza funções e é geralmente desenvolvido por programadores que utilizam linguagens de progamação para construí-lo;
  • O Software por não ser físico, pode ser duplicado e armazenado em disquetes, cds, discos rígidos (HD). Sua cópia pode ser transportada de um computador para o outro, desde que estejam conectados em rede;
  • O Software é o produto final de um processo de sistematização de idéias, escrita, codificada ou traduzida para o entendimento da máquina;
  • O Software é criado e pode ser livre ou proprietário;
  • O Software Livre caracteriza-se pelo seu caráter de desenvolvimento colaborativo, este é orientado pelas quatro liberdades: liberdade de uso para qualquer finalidade, liberdade de estudar o software completamente, liberdade de alterar e melhorar o software e a liberdade de distribuir as alterações que foram feitas. Todos tem a liberdade de usar, copiar, modificar e contribuir, todos participam de todas as partes do processo de desenvolvimento do software;
  • O Software Proprietário é um programa fechado, pois seu código de acesso denominado de código fonte que permite a participação no desenvolvimento e alteração do Software, este é escondido como segredo comercial, ou seja, o usuário recebe o programa, mas não pode modificá-lo;
O Software Livre surgiu para nos libertar desse manopólio existente a tanto tempo em que compramos um pacote pronto e não temos direito algum de contestar o que foi construído.
Com o advento do Software Livre, qualquer passoa no mundo que tenha acesso ao código fonte pode alterar o programa, e esta alteração é rapidamente analisada por milhares de pessoas distribuídas em todo o mundo que são responsáveis por tal análise.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Dilúvio de informações!

O que seria um dilúvio de informações? Pode parecer estranho, mas é o que vem acontecendo já a algumas décadas; por meio da Internet temos acesso a um mundo de informações de todos os tipos e para todos os gostos. Com o advento dessa tecnologia não existem mais detentores do conhecimento que são responsáveis pela transmissão desse, nessa sociedade em que vivemos existem informações que circulam a todo tempo e que está acessível a todos aqueles que a buscam movidos pela sua motivação.
Durante a aula de hoje surgiu uma discussão em sala, na qual, foi abordada a questão da linearidade na transmissão de conhecimentos dentro de uma escola, será que numa aula de informática deve-se trabalhar com as crianças apenas com jogos educativos, ou podemos apresentar o que realmente a Internet nos oferece? São as crianças seres incapazes de filtrar as inúmeras informações que são oferecidas? Se são, quando elas se tornam seres capazes? Existe uma idade pré-estabelecida para isso? Estas são questões que surgem quando separamos o mundo virtual do real e tentamos privar as crianças de conhecer este outro mundo por achar que não lhe seria próprio. Eu não acredito nessa divisão de mundos, existe apenas um mundo e este é o que estamos inseridos, tudo que há nele é real, e eu como futura pedagoga que estarei atuando muito em breve numa sala de aula, pretendo orientar os meus alunos a se posicionarem neste mundo que vivemos de acordo com a sua motivação.